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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Documentário da Discovery ajuda a entender mais sobre todo o processo de gestação!
Leitores, o documentário é longo. Mas resolvi postar, pois tem informações importantes sobre todo o processo gestacionais. Para as mães e os pais que querem entender todo o processo, vale a pena. Bom filme!!!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Atualidades - Polícia investiga possível Gravidez Psicológica em Americana, SP
Mulher de 20 anos descobriu que não estava grávida após cesariana.
Jovem foi examinada diversas vezes por especialistas antes de 'parto'.
Jovem diz ter apresentado todos os sintomas de gravidez
A Polícia Civil abriu investigação nesta semana a respeito de uma possível gravidez psicológica ocorrida em um hospital em Americana, no interior de São Paulo. Na semana passada, a auxiliar de fiação Rosangela Aparecida dos Anjos, de 20 anos, que pensava estar com 9 meses de gestação, só descobriu que não esperava um bebê quando médicos fizeram uma cirurgia cesariana.
O cartão de pré-natal da mulher mostra que ela passou por sete consultas. Três especialistas a examinaram até o “parto”. Outra médica chegou até a emitir uma carta de afastamento do serviço pelo motivo de gravidez.
Em 5 de janeiro, depois de sentir dores abdominais, ela foi internada. O exame clínico apontou contração do útero, o que sugeriu trabalho de parto, e um enfermeiro fez a monitoração cardíaca.
Com o diagnóstico de batimentos baixos, a equipe médica decidiu então realizar uma cesariana de emergência por acreditar que o “bebê” estava em risco. “Durante essa monitoramento, detectou-se que os batimentos do feto estavam bem baixos. Esses batimentos poderiam ser os batimentos da mãe”, afirmou o diretor clínico do hospital, Oscar Norio Kinsui.
Após o procedimento, a equipe médica descobriu que não havia criança. No entanto, Rosângela garante que sentiu os sintomas de gravidez e fez o pré-natal. “Eles ouviam o batimento do bebê, eu também ouvia, eles mediam a barriga, me pesavam e falavam que estava tudo bem com o bebê.” Ela afirma que fez um exame de ultrassonografia em uma clínica de Santa Bárbara d´Oeste, também no interior, mas não apresentou o laudo. A direção da clínica diz que ela não compareceu para fazer exames.
Segundo o hospital, Rosangela teve gravidez psicológica. Apesar disso, o centro médico abriu uma sindicância para apurar o que ocorreu.
Diagnóstico psicológico
A advogada da mulher, Fabiana Teixeira Alves, afirma que caso se comprove a gravidez psicológica, os médicos também fizeram um diagnóstico psicológico. “Os envolvidos nesse caso são dois obstetras, mais um radiologista e o médico que fez a cesariana. A gente tem provas de que eles afirmaram a existência dessa criança, um deu a licença à gestante inclusive, o que fez ultrassonografia falou que era menina e tem o médico que fez o pré-natal e o próprio médico que fez a cesariana. Ele escreveu no documento: sofrimento fetal", afirmou.
A Delegacia de Defesa da Mulher em Americana abriu inquérito para investigar o caso. Rosangela foi ouvida e ficou de apresentar os exames. O delegado-assistente de Americana Robson Gonçalves de Oliveira não descarta nenhuma hipótese. “A gravidez psicológica é uma delas. Trabalhamos também com a hipótese de que, se houve realmente parto, pode ter acontecido alguma coisa com o feto.”
Diante dessa reportagem, gostaríamos de falar a respeito da Gravidez Psicológica ou Pseudociese.
Geralmente quando se fala em gravidez psicológica, imagina-se que são “coisas da cabeça” da mulher ou uma gravidez inventada/imaginada por ela. Por conta disso, na maioria das vezes, as queias das mulheres que apresentam esse quadro não são valorizadas e estas não têm a possibilidade de receber ajuda especializada para tratamento, o que acarreta em um aumento significativo do seu sofrimento.
A gravidez psicológica existe não como uma invenção da mulher que a apresenta, pois se assemelha muito a uma gestação normal com a diferença de que não há a presença de um feto ou bebê.
Jovem foi examinada diversas vezes por especialistas antes de 'parto'.
Jovem diz ter apresentado todos os sintomas de gravidez
A Polícia Civil abriu investigação nesta semana a respeito de uma possível gravidez psicológica ocorrida em um hospital em Americana, no interior de São Paulo. Na semana passada, a auxiliar de fiação Rosangela Aparecida dos Anjos, de 20 anos, que pensava estar com 9 meses de gestação, só descobriu que não esperava um bebê quando médicos fizeram uma cirurgia cesariana.
O cartão de pré-natal da mulher mostra que ela passou por sete consultas. Três especialistas a examinaram até o “parto”. Outra médica chegou até a emitir uma carta de afastamento do serviço pelo motivo de gravidez.
Em 5 de janeiro, depois de sentir dores abdominais, ela foi internada. O exame clínico apontou contração do útero, o que sugeriu trabalho de parto, e um enfermeiro fez a monitoração cardíaca.
Com o diagnóstico de batimentos baixos, a equipe médica decidiu então realizar uma cesariana de emergência por acreditar que o “bebê” estava em risco. “Durante essa monitoramento, detectou-se que os batimentos do feto estavam bem baixos. Esses batimentos poderiam ser os batimentos da mãe”, afirmou o diretor clínico do hospital, Oscar Norio Kinsui.
Após o procedimento, a equipe médica descobriu que não havia criança. No entanto, Rosângela garante que sentiu os sintomas de gravidez e fez o pré-natal. “Eles ouviam o batimento do bebê, eu também ouvia, eles mediam a barriga, me pesavam e falavam que estava tudo bem com o bebê.” Ela afirma que fez um exame de ultrassonografia em uma clínica de Santa Bárbara d´Oeste, também no interior, mas não apresentou o laudo. A direção da clínica diz que ela não compareceu para fazer exames.
Segundo o hospital, Rosangela teve gravidez psicológica. Apesar disso, o centro médico abriu uma sindicância para apurar o que ocorreu.
Diagnóstico psicológico
A advogada da mulher, Fabiana Teixeira Alves, afirma que caso se comprove a gravidez psicológica, os médicos também fizeram um diagnóstico psicológico. “Os envolvidos nesse caso são dois obstetras, mais um radiologista e o médico que fez a cesariana. A gente tem provas de que eles afirmaram a existência dessa criança, um deu a licença à gestante inclusive, o que fez ultrassonografia falou que era menina e tem o médico que fez o pré-natal e o próprio médico que fez a cesariana. Ele escreveu no documento: sofrimento fetal", afirmou.
A Delegacia de Defesa da Mulher em Americana abriu inquérito para investigar o caso. Rosangela foi ouvida e ficou de apresentar os exames. O delegado-assistente de Americana Robson Gonçalves de Oliveira não descarta nenhuma hipótese. “A gravidez psicológica é uma delas. Trabalhamos também com a hipótese de que, se houve realmente parto, pode ter acontecido alguma coisa com o feto.”
Diante dessa reportagem, gostaríamos de falar a respeito da Gravidez Psicológica ou Pseudociese.
Geralmente quando se fala em gravidez psicológica, imagina-se que são “coisas da cabeça” da mulher ou uma gravidez inventada/imaginada por ela. Por conta disso, na maioria das vezes, as queias das mulheres que apresentam esse quadro não são valorizadas e estas não têm a possibilidade de receber ajuda especializada para tratamento, o que acarreta em um aumento significativo do seu sofrimento.
A gravidez psicológica existe não como uma invenção da mulher que a apresenta, pois se assemelha muito a uma gestação normal com a diferença de que não há a presença de um feto ou bebê.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Porque será que as grávidas ficam tão ansiosas?
Que grávida nunca ficou pelo menos um pouco ansiosa durante a gestação? É difícil de encontrar aquelas que passam a gravidez toda tranquilas!Isso acontece porque a gestação pode ser considerada uma caixinha de surpresas. Apesar de algumas mulheres já terem experimentado estarem grávidas anteriormente, algumas até mais de uma vez, cada gestação é marcada por novidades e diferenças das gestações anteriores. A mulher fica e se sente diferente emocional e fisicamente em cada gravidez. O fato de não saberem o que pode acontecer e não terem o controle de tudo o que acontece as deixa apreensivas pelo menos em algum momento do seu período gestacional.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Especial Dia das Mães: Ser mãe é mesmo viver no Paraíso?
Você está grávida e todo mundo que te conhece começa a dizer que depois que o seu bebê nascer seus olhos vão brilhar, você vai sair da maternidade linda e saltitante e que de agora em diante o seu mundo será azul.
O bebê nasce, vocês começam um “namoro”, começam a se conhecer “cara a cara”, um aprende com o outro o jeito de estar no mundo lado a lado. Tem dias em que tudo está em paz: acordam ao mesmo tempo, têm necessidades parecidas (você quer dar de mamar naquele momento que ele também quer mamar!) e dá até a sensação que vocês dois se bastariam. Tudo parece perfeito!
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