segunda-feira, 22 de julho de 2013

Bebê chegou em casa, e o sono veio também?

Quem nunca ouviu aquela famosa frase da vovó: “tem que comer e dormir para crescer”
Pois é, o ruim nessa história é que os pais acabam padecendo com o sono ou a falta de, dos pequenos.
Quando o bebê nasce, os ciclos de sono que ele tem estão relacionados com suas necessidades. E quais são as necessidades que um recém-nascido possui? Comer, dormir, receber carinho, não nesta mesma ordem, mas com muitas muitas repetições dessas necessidades ao longo do dia e da noite. O sono do bebê não é regulado como o nosso em relação as alternâncias de claro ou escuro, mas sim das sensações de saciedade e de fome.
Quando estão com as suas necessidades supridas tendem a dormir cerca de duas a cinco horas, depois acordam, e este movimento é retomado ao longo de todo o dia, em média os recém-nascidos dormem de 16 a 21 horas, segundo pesquisas cientificas.
Os pais só irão conseguir dormir um pouco melhor, quando o bebê estiver em média com uns seis meses de vida, pois nessa fase a necessidade de se alimentar não é tão urgente quanto nos meses anteriores.
Porém, desde o inicio os pais precisam ensinar seus filhos a dormirem corretamente para não terem maiores problemas no futuro.  Mas como fazer isso?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Primeira Consulta de Pré-natal

Olá Leitores,
Está é a novidade que estava prometendo para vocês.
A Jacira, irá nos acompanhar aqui no blog para que fique mais fácil e mais didático a apresentação de várias dúvidas que percorrem todo o processo de gravidez, pós parto, enfim o processo de ser mãe, pai e família.
A música de fundo é as 4 estações de Vivaldi, algumas pesquisas apontam que ouvir música clássica durante o período de gravidez é ótimo para o bebê.
Espero que gostem, e fiquem à vontade para comentar e colocar suas dúvidas.



domingo, 9 de junho de 2013

Caros Leitores,

Desculpe pelo sumiço, mas em breve trarei mais novidades para vocês.

Gostaria que vocês comentassem sobre temas de interesse ou que tenham dúvidas, e que gostariam de ter maiores informações aqui nesse nosso espaço!

Abraços

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"Ter filhos traz mesmo felicidade?"


É 1 hora da madrugada. Um choro estridente desperta a ex-judoca olímpica Danielle Zangrando, de 33 anos. Desde que levou Lara do hospital para casa, as mamadas a cada três horas impedem o sono de antes. Ela pula da cama e oferece à filha o peito. Depois, troca a décima fralda daquele dia, embala a bebê no colo, caminha com ela em busca de uma posição que a faça parar de chorar. O choro prossegue. Daniele tenta bolsa de água quente e gotinhas de remédio. Nada de o berreiro cessar. Duas horas depois, mãe e filha formam um coro: Danielle também cai em prantos, desesperada. É a primeira cólica de Lara, com 20 dias de vida. O pai, Maurício Sanches, funcionário público de 48 anos, se sente impotente. Está frustrado e desconta a frustração na mulher: “Você comeu algo que fez mal a ela?”. A partir de então, Danielle se privará também do chocolate. Já desistira do sono, da liberdade, do trabalho como comentarista de esporte. Na manhã seguinte, ainda exausta da maratona noturna, retomará a mesma rotina, logo cedo: amamentar, dar banho, trocar fralda, botar para dormir. “Ninguém sabe de verdade como é esse universo até entrar nele”, diz Danielle. Hoje, Lara está com 2 anos. As noites não são tão duras quanto costumavam ser. Mas Danielle e Sanches ainda dizem que ter filhos é uma missão muito mais difícil do que eles haviam imaginado.

Eis um problema: a paternidade, que deveria ser o momento mais feliz da vida dos casais – de acordo com tudo o que aprendemos –, na verdade nem sempre é assim. Ou, melhor dizendo, não é nada disso. Para boa parte dos pais e (sobretudo) das mães, filhos pequenos são sinônimo de cansaço, estresse, isolamento social e – não tenhamos medo das palavras – um certo grau de infelicidade. Ninguém fala disso abertamente. É feio. As pessoas têm medo de se queixar e parecer desnaturadas. O máximo que se ouve são referências ambíguas e cheias de altruísmo aos percalços da maternidade, como no chavão: “Ser mãe é padecer no Paraíso”. Muitas que passaram pelo padecimento não se lembram de ter visto o Paraíso e, mesmo assim, realimentam a mística. Costumam falar apenas do amor incondicional que nasce com os filhos e das alegrias únicas que se podem extrair do convívio com eles. A depressão, as rachaduras na intimidade do casal, as dificuldades com a carreira e o dinheiro curto – disso não se fala fora do círculo mais íntimo e, mesmo nele, se fala com cuidado. É tabu expor a própria tristeza numa situação que deveria ser idílica.

Olá seguidores!

Estou sugerindo está reportagem, pois penso ser um tema não muito discutido na nossa sociedade, e que precisamos refletir um pouco.
Fala-se muito dos aspectos positivos da maternidade e paternidade, e muitas vezes nós enquanto sociedade não deixamos espaço para que os pais (em especial os de primeira viagem) possam discutir sobre seus medos, suas dúvidas e até suas insatisfação na experiência de ter um bebê em casa.
Sentir irritação, cansaço e tristeza diante das situações que são colocadas no dia a dia com os cuidados que um bebê exige não são só sinônimos de depressão ou de que os pais são desleixados. Pode ser também sinal de adaptação de um mundo novo, em que todos têm que se reconhecer e aprender a lidar com o jeito de cada um.
Poder ter um espaço, dentro da família mesmo, para compartilhar as dificuldades desse primeiro período é muito importante para que a ansiedade diminua.
A comunicação é essencial neste momento, dividir a experiência com pessoas que já viveram essa fase é muito importante, ajuda a reconhecer que não estão sozinhos nessa situação e que outras pessoas já passaram por isso e sobreviveram.
Refletir que somos seres ambivalentes contribui para esse período e os próximos que virão, pois assim podemos integrar que faz parte da nossa essência, e que não há nada de ruim, amar profundamente uma pessoa e mesmo assim se irritar  e não gostar de algumas coisas dela, mesmo quando estamos falando em bebês.





domingo, 2 de dezembro de 2012

E agora, que corpo eu tenho?


Muitas mulheres após a chegada do bebê, e durante os primeiros meses, queixam-se de uma sensação de estranheza e quase não pertencimento em relação aos seus corpos.
“Não tenho mais a barriga de grávida, mas também não tenho o corpo que tinha antes de engravidar”.  Essa sensação, muitas vezes, traz inseguranças nas mamães, diminuindo a autoestima e até o prazer de estar com seu bebê.
As mudanças físicas são inegáveis, e é até importante que as notemos, não com um olhar de critica, mas de reflexão. O corpo vem nos falar a partir das mudanças físicas o que, em determinados momentos, não conseguimos ouvir claramente no emocional.
Essa diferença que as mães costumam perceber e relatar para os maridos, familiares e até a equipe médica, também têm uma estranheza emocional. Não é só o corpo que mudou e precisa encontrar um novo ritmo, o psicológico também.
Se adaptar a novos papéis, se identificar com novas posições sociais, e se ver responsável por um ser tão frágil e dependente causa muita estranheza mesmo.
São nove meses de um “acostumamento” com a barriga, com os movimentos do bebê, com uma sensação de certo controle diante de todas as mudanças...E ai vem o parto, o choro, as identificações com as necessidades do bebê e sua dependência, e muitas vezes tudo isso vem acompanhada de um medo do “será que vou dar conta?”
É como se o espelho estivesse dizendo “Ei, agora você é mãe.”
E isso requer uma adaptação, física e emocional. O espelho e o seu corpo não estão dizendo que você ficará com está barriga para sempre ou que agora que é mãe não precisa valorizar mais sua fisionomia, pelo contrário, só estão dizendo que a trajetória mudou e que você precisará de um tempo para se adaptar com você e com seu bebê!
Está adaptação independe de ser o primeiro ou o quinto filho, pois com cada nascimento de um filho também nasce uma nova mãe!